A concessionária Rivoli / Auto Parvi se manifestou por meio de nota nesta quarta-feira (26) declarando-se vítima do esquema de fraude investigado pela Operação Proditores (Traidores), deflagrada pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM). A investigação revelou que 34 veículos foram subtraídos da empresa, causando um prejuízo superior a R$ 5,4 milhões.
Dois ex-funcionários foram presos em diferentes locais da cidade de Manaus, suspeitos de envolvimento direto no crime. Identificados como Gaio Ribeiro Farias e Murilo de Oliveira Maquiné, eles desempenhavam papéis fundamentais no esquema: Farias era responsável pelos repasses dos veículos, enquanto Maquiné, ex-gerente da concessionária, é apontado como líder do grupo criminoso. Outros possíveis envolvidos seguem sob investigação.
A Rivoli / Auto Parvi reforçou que não teve qualquer participação ou conivência no crime e destacou seu compromisso com a transparência. “A Rivoli / Auto Parvi informa que é vítima dos crimes investigados na Operação Proditores (Traidores), deflagrada pela Polícia Civil. Em coletiva à imprensa, nesta quarta-feira (26), a delegacia especializada declarou que a empresa não teve participação e nem foi conivente na prática da fraude. A Rivoli / Auto Parvi é uma empresa sólida, com mais de 20 anos de atuação no Amazonas, e mantém seu compromisso com a transparência e a segurança jurídica de nossos clientes”, afirmou a concessionária na nota divulgada.
A investigação aponta que os veículos desviados foram vendidos a terceiros, que desconheciam sua procedência ilegal. O delegado-geral adjunto da PC-AM, Guilherme Torres, alertou sobre os impactos da fraude. “Além do prejuízo para a concessionária, muitas pessoas foram afetadas, pois compraram os veículos sem saber da fraude”, afirmou.
A Operação Proditores foi deflagrada na segunda-feira (24), dando início às prisões e aprofundamento das investigações. A Polícia Civil segue apurando o caso para identificar outros envolvidos e recuperar os veículos desviados. Enquanto isso, a Rivoli / Auto Parvi reforça sua colaboração com as autoridades para garantir que todos os responsáveis sejam responsabilizados criminal e civilmente.
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